segunda-feira, 26 de outubro de 2009

No Mar Do Teu Amor.

Desejo tocar o teu corpo
Com intensões confusas
De ternura e luxuria.
Com minhas mãos humidas
Atrevidas e quentes,
Acariciar a tua pele.
Com minha boca, sedenta
Do sabor dos teus beijos,
Navegar pelas ondas
Do teu lindo corpo.
Olhar-te de frente,
Apertar-te no meu peito,
Sentir os teus anseios,
Ser o teu amante, o teu amor.
Respirar o mesmo ar
Que soltas ao suspirar...
Quero me perder no teu olhar,
Afogar-me de amor
Nas aguas do teu mar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ao meu amor

Cada vez que olho o céu
Sonho com o teu olhar
Estrelas dizem seres minha
E só tu podes me amar.

E se meu coração chora
É p'la dor que então sente
cada vez que vais embora
A saudade entra na mente.

Não me deixes ficar só
Beija a flor do teu jardim,
Ata de vez este nó
E fica junto de mim.

Amo-te enquanto viver
Faz-me falta esse olhar.
Nem é preciso escrever
Que contigo vou sonhar.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

6 anos

Hoje, dia 6, faz 6 anos!!!! Faz 6 anos que o "mundo" se abriu para mim pela primeira vez. Depois de algumas tentativas, sem ter havido abertura do "meu mundo" , finalmente algo de muito belo aconteceu.!! Talvez, das coisas mais importantes de toda uma vida, pelo seu significado, pelo extase que causou, pelo inicio de uma dedicação que se mantem e manterá.
Entretanto, infelizmente vive-se um mau momento, que não deixa sequer pensar em comemorações, mas a vida continuará e a seu tempo, (com todo o tempo do mundo) sei que voltaremos a entrar no nosso "universo".
Para sempre.
Amén

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Netos

Hoje nasceram os meus "pichas". A familia que começou com 2 gatos pingados, já comporta nove elementos. A Claudia está bem e em breve terei quem me chateie dizendo:
-- Avô, vamos jogar à bola.
IREMOS, CLARO.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ANSIEDADE

Que longe me sinto,
em tão curta distancia!!
Que tempo já passou,
em tão escassas horas!
Que longas que são
tuas curtas demoras. . . .

São tão breves os momentos
que juntos passamos
num tempo para alem dos sentimentos
e de tudo o que ansiamos.

E indiferente ao mais sublime
que a natureza criou,
foi este premio. . . ou castigo
eu sei lá!!?
que o tempo nos reservou.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Beijo Matinal

Mando-te um longo beijo
pela brisa da manhã.
Com a magia do desejo,
a doçura em que te vejo
e um sabor de hortelã.

Percorreu grande distancia
com enorme ansiedade,
com força
com elegancia,
como uma doce fragancia
com beleza e amizade.

Quando a brisa te alcançou
estavas tu enfeitiçada.
Mas o feitiço quebrou
ao sentires-te assim
beijada.

Para ti. . . . . . . ao acordar.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Desejo

Desejo a delicia do teu desejo
Desejo o gosto do teu beijo
Desejo o teu corpo sobre o meu
Desejo o toque dos teus dedos
Invadindo o meu corpo, como
Quem desce o rio...sem medos.

Adoro o teu cheiro que me encanta
Desejo o teu calor, que me aquece
Adoro a tua voz que me enlouquece
Desejo teus desejos, como uma prece
Rendido ao teu amor como criança

Poesias

A partir de hoje vou tentar ser "poeta", isto é, vou escrever alguns ensaios antigos, alguns completos outros inacabados e que apresentarei conforme forem terminando. Ocasionalmente, apresentarei poesia de outros autores, devidamente identificados.
Desejem-me boa sorte. Rssss

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Mais do mesmo

D. Nininha era uma senhora vistosa, na casa dos cinquenta mas com uma aparência cuidada, de cabelos louros, atraente embora de estatura baixa, com porte altivo, por vezes até desafiante de quem para ela olhava. Tinha essa noção e, portanto, exibia com frequência essa altivez.
Conhecera em tempos o João, homem calmo, bonacheirão mas não apático , inteligente mas impaciente para as pequenas mesquinhices e que aparentando ser um bom garfo, tinha uma condição física ainda muito interessante para a sua idade. Era um pouco mais novo que D. Nininha, mas a vida de stress e grande responsabilidade, tinha-lhe dado um aspecto grisalho e um pouco mais velho.
Como sempre, a vida citadina e profissional, não lhes permitia que se reunissem tantas vezes quanto a forte amizade que foram ganhando ao longo do tempo, faria desejável. Mas tomavam café de quando em vez e confidenciavam problemas, alegrias e tristezas e outros factos da vida quotidiana e até profissional.
D. Nininha, alem de altiva, tinha a convicção que as suas palavras e decisões eram sempre as mais acertadas e, apesar de todas as explicações ou argumentos apresentados, raramente se conseguia que concordasse com João, ou com outras pessoas de suas relações, embora dissesse sempre o contrario.
De imaginação muito fértil, D. Nininha tinha sempre uma historia que sustentasse o seu argumento e, mesmo que por vezes fosse de difícil credibilidade, ela batia-se por essa historia até que o interlocutor desistisse e ela conseguisse a sua pequena vitória. Consta, que chegou mesmo a escrever para si própria, para ilustrar a veracidade do que tinha afirmado.
No entanto, D. Nininha apesar desta faceta, facilmente superável, tinha outra que fazia aborrecer fortemente o João e que apesar da amizade que os unia , os fazia muitas vezes entrar em choque. Eram as acusações falsas e as exigências diversas que fazia, como se a amizade não fosse um acto de dar e receber, levando a que por duas ou três vezes, chegassem mesmo a estar de relações cortadas.
João, deixava passar em claro diversas situações, para não melindrar a sua amiga, mas havia casos que entendia que não devia tolerar, pelo grau de exigência, ou de parvoíce que representavam. Lembrava-se de duas vezes em que tinha demonstrado curiosidade em factos que tinham ocorrido e ela tinha respondido:
- Nem que nos deixemos de falar, nunca te direi.
Lembrava-se diversos pedidos que lhe tinha feito, que ela tinha prometido realizar e nunca o fez, utilizando para isso os mais esfarrapados argumentos.
Mais uma vez, tinha acontecido algo semelhante, sem motivo, mas que levava a meditar se seria apenas por motivos de saúde familiares ou se haveria outra intenção naquela atitude. O tempo, oh! o tempo, decorria e, João pela tarde dentro, erguia-se um pouco ( não, não se estava a perder nem ia ter uma loja) e pensava:
- O mesmo, sempre o mesmo e . . . . . . . . . mais do mesmo.!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Cirurgia

Ontem, finalmente, foi o dia em que acedi a fazer intervenção cirúrgica ao septo nasal. E digo finalmente, porque esta situação se arrasta há uma dezena de anos, e sempre fui protelando, umas vezes por comodismo, outras por receio, outras ainda porque não achava necessário. Veremos se se "valeu a pena". Gostei da anestesia, porque me fez dormir imenso, ontem e hoje. Amanhã, voltamos ao trabalho.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Benvindos

A partir de hoje, sempre que tiver tempo e disposição, escreverei o que me for na alma. Todos os titulos terão apenas vertente "artistica" e os conteudos devem considerar-se, sempre, como pura ficção. Um abraço a todos os visitantes